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PROMOÇÃO DO ACESSO PLENO À EDUCAÇÃO CIDADÃ

O PAPEC é um projeto-piloto que se iniciou em junho de 2010, na URG de Austin, em parceria com o Mini Posto de Saúde Tinguazinho, com patrocínio DA CASA DA MOEDA DO BRASIL e apoio da Secretaria de Educação do Município de Nova Iguaçu (SEMED-NI). Um trabalho direcionado de Formação Inicial e Continuada, em temas da Educação Inclusiva e da Educação Cidadã, este programa oferece ferramentas de reflexão com as quais os professores possam cumprir de maneira plena seu papel de educador. Sendo direcionado para professores e alunos da Rede Pública Municipal atendendo assim tanto a crianças e adolescentes das Classes Especiais quanto às das Classes Comuns. Por isso o PAPEC trabalha com os temas do cotidiano das Classes Comuns, ao mesmo tempo em que contempla os temas transversais da Educação Especial, como as metodologias e práticas pedagógicas inclusivas ajudando o professor a diferenciar a Deficiência Mental e Intelectual das ‘Dificuldade de Aprendizagem’ e ‘Dificuldade Escolar’, capacitando-o a intervir de maneira eficaz e dando suporte ao processo de educação inclusiva e cidadã por oferecer ao mesmo tempo o atendimento especializado para os alunos. O atendimento especializado dentro do Programa PAPEC hoje envolve uma equipe multidisciplinar das áreas de fonoaudiologia, psicologia e assistência social. A equipe multidisciplinar de especialistas que atendem às crianças estão em um ciclo constante de Feedback e de intercâmbio com o professor para que esse profissional entenda seu papel nos processos de aprendizagem  e educação, e formas de intervenção em quadros graves que atravancam o desenvolvimento da criança, contemplando a subjetividade e individualidade do aluno.

MUDANDO PRA MELHOR

A proposta inicial do PROGRAMA PAPEC era oferecer aos educadores um laboratório de metodologias  modernas e tradicionais de ensino, práticas pedagógicas, tópicos da educação cidadã e promover a reflexão sobre papel do professor e da instituição escolar, a fim de contribuir positivamente para o desenvolvimento da criança. Percebemos que para atingir este alvo era necessário um trabalho integrado. Fomos adequando a proposta inicial às demandas apresentadas pelos professores e pelas crianças, em relação à necessidade de um atendimento especializado. Então contratamos profissionais qualificados não somente em educação, mas em terapias diversas. Em seguida sentimos a necessidade de abordar também os tópicos da educação inclusiva. Hoje 06 (seis) das Unidades Escolares já aderiram ao programa. Já alcançamos mais de 60 crianças de forma direta, atendemos aos pais em um trabalho em Rede que oferece terapia ocupacional e dinâmicas, alçando em torno de 30 adultos, e de maneira indireta estimamos que já alcançamos mais de 300 crianças.

Plano Municipal do Livro, Leitura e Bibliotecas

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Audiência Pública vai discutir a elaboração do Plano Municipal do Livro, Leitura e Bibliotecas em Nova Iguaçu

O Movimento Baixada Literária, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara Municipal, a Secretaria Municipal de Ação Cultural, com a participação da Universidade Federal Rural – Campus Nova Iguaçu e o Fórum Cultural da Baixada, estarão realizando na próxima quinta-feira, dia 04/07, a partir das 14 horas, uma Audiência Pública para discutir a elaboração do Plano Municipal do Livro, Leitura e Bibliotecas (PMLLB).

“Mais do que um plano de ações e intenções, o PMLLB visa garantir que a leitura e o livro conquistem o lugar de destaque na agenda política e orçamentária do município por meio de ações planejadas e estabelecimento de metas que garantam sua implementação e continuidade como política de governo”, diz a coordenação do Baixada Literária.
Dia 04/07 – Quinta-feira, a partir das 14 horas, na Câmara Municipal de Nova Iguaçu – Rua Prefeito João Luiz do Nascimento, 38 – Centro (Próximo ao Mercado Intercontinental e ao Restaurante Popular). Entrada livre. Informações: 2667-4124 e 2667-2409 (ramal 44).

Fórum Permanente (FPDE/NI)

Tem coisa errada?
Repassa informações que iremos averiguar!

Se dentro do ambiente escolar tem coisa errada denuncie!
Aqui o anonimato é garantido.
Envie e-mail, bote a boca no trombone!!!
Mães e pais de alunos, façam valer seus direitos em prol de seus filhos(as).
E-mail do Fórum Permanente: paisdealunos.ni@gmail.com

Paralisação 04/07/2013

Desde que estava o secretário anterior, Athaíde Barbosa que o Sepe vem articulando a necessidade de uma conferência municipal, inclusive aproveitando o advento da CONAE para refazermos, ou melhor, precisarmos melhor os prazos para implementação de várias metas que o plano municipal possui masque já ficaram obsoletas. Quanto à participação nos conselhos, temos dois representantes do Sepe no CME, mas ainda falta representação no CAE e CACSFUNDEB e isso poderemos debater e indicar os nomes na assembleia. Quanto a esse “rodo” generalizado do governo, todos os segmentos foram surpreendidos, inclusive o próprio Alcy (que fez a postagem que desvelou) que é Alcy Maihoní Rodrigues Vice-Presidente do Conselho Municipal de Educação de Nova Iguaçu, Secretário do Fórum Popular Educação,Repres. de Pais e responsáveis de alunos. Mas enfim, a conferência é aberta e agora vamos ocupar o espaço! Quinta-feira, na assembleia,você poderá tirar mais dúvidas.

Portaria Nº 063 – 28/06/2013

PORTARIA Nº. 063 DE 28 DE JUNHO DE 2013.
A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU, no uso de suas atribuições legais, e: Considerando a CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO, que acontecerá em 2014, que tem um caráter mobilizador e propositivo, canalizando as aspirações e expectativas da sociedade brasileira, construindo com o Poder Executivo e Legislativo propostas para a definição e implementação de políticas públicas para a educação; Considerando a necessidade de discussões a cerca do DOCUMENTO – REFERÊNCIA; Considerando que Nova Iguaçu sediará a CONFERÊNCIA INTERMUNICIPAL DE EDUCAÇÃO; Considerando a necessidade de compor uma comissão a fim de organizar a Conferência Municipal; RESOLVE: Art.1º – Designar os membros integrantes da Comissão:
SEGMENTO REPRESENTANTE DA GESTORA DE EDUCAÇÃO
1. DENISE GOMES AGUIAR
SEGMENTO REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO
1. APARECIDA ALVES DOS SANTOS
2. CLARISSE RIBEIRO DA COSTA
3. JUSSARA ALEXANDRE OLIVEIRA
4. MARIA CÉLIA BERNARDINO DA SILVA
5. MARIA CRISTINA PENNA
6. MAXIMILIANO MARINI MELLO
7. ODENIZE DO NASCIMENTO MONTEIRO FERREIRA
8. PATRÍCIA DE OLIVEIRA ROIF
9. REGINA MACHADO
10. SANDRA HELENA DE ALCÂNTARA
11. SHEILA SILVA DE LIMA COSTA
12. TATIANA ELIZA GOMES DE CARVALHO
SEGMENTO REPRESENTANTE DE ESTUDANTE
1. CANAÃ ALEXANDRA MELO RODRIGUEZ
SEGMENTO REPRESENTANTE DE PAIS / MÃES
1. FRANCIARA JESUÍNO MOREIRA DE JESUS

Art. 2º – A presente portaria entrará em vigor na data de sua publicação.
Maria Aparecida Marcondes Rosestolato
Secretária Municipal de Educação

COMENTÁRIO DO MAIHONÍ: É de causar muita estranheza sobre a criação e composição da comissão acima. Tendo em vista que a organização e funcionamento de uma Conferência Municipal desta importantíssima área que é a EDUCAÇÃO, onde toda a promoção, planejamento e execução pela Secretaria Municipal de Educação – SEMED-NI, deve por bem estar em PARCERIA com o CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – CME-NI, onde os novos conselheiros foram oficializados pelo decreto nº 9.894 de 24/maio/2013 e empossados em 10.06.2013 e onde ouve mais uma reunião (extraordinária) e sequer fomos informados deste propósito.
Devo destacar e relembrar para os membros desta recém-criada comissão e para a própria Secretária Municipal de Educação, Profª Maria Aparecida, especificamente, que FALTOU inserir o CME-NI na organização e promoção deste evento que por si só, CONSIDERO FALTA GRAVE, uma vez que o Conselho faz parte do SISTEMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO (SME) que compreende TODAS as atividades educacionais desenvolvidas pelo Município (Lei nº 3.881/97). Não vou nem citar a inclusão no bojo das discussões o Fórum Popular Permanente de Defesa da Educação de Nova Iguaçu que também faz parte da Lei ora citada, pois se este governo ignorou o CME-NI, o que dirá o Fórum…
Esperamos que seja revisto esta composição quanto antes, para o bem dos estudantes que é o nosso principal compromisso.

Alcy Maihoní Rodrigues
Vice-Presidente do Conselho Municipal de Educação de Nova Iguaçu
Secretário do Fórum Popular Educação
Repres. de Pais e responsáveis de alunos

Só menina faz balé?

Por uma educação não sexista cropedEm tempos de Felicianos, Bolsonaros e outros absurdos , é sempre bom construirmos debates e termos em mãos bons textos sobre a educação não-sexista, de preferencia formulados por profissionais sérios. Assim o PAPEC recomenda aos nossos professores que leiam o seguinte texto para inspirar-se para abordagem do tema da sexualidade.

Educação contra o preconceito

Bia, 2 anos e meio, chega da escola com a ideia de que só meninas podem fazer balé. Digo-lhe que não só os meninos podem fazer balé, como as meninas podem jogar futebol muitíssimo bem. Resolvo mostrar-lhe vídeos na internet que apresentam grandes bailarinos e uma longa conversa se desenrola sobre os tempos modernos e a igualdade entre os sexos. Mas, no final, o que verdadeiramente convence a minha filha é um filme sobre uma famosa bonequinha bailarina que trouxe ‘inocentemente’ para presenteá-la. O tal DVD mostra um encantador grupo de rapazes junto com as meninas, na escola de balé.

Ainda sobre o combate ao preconceito, ouvi o relato de uma amiga, que me conta que sua filha mais velha, ao se deparar com um beijo entre duas mulheres, questionou-a sobre o que estava vendo. Minha amiga responde assertivamente: ”Filha, às vezes um homem e uma mulher se amam, às vezes o amor surge entre duas mulheres, às vezes acontece de dois homens se amarem.” A menina, no auge de seus 3 anos, esperta e espoleta como ela só, retrucou: “Então deve ser mais legal amar uma menina, porque os meninos são chatos.” Sua mãe, sábia e sensível, concluiu: “Filha, isso a gente não escolhe, a gente sente.”

É sobre isso que quero refletir. Sobre a educação que liberta, que transmite a noção de igualdade e não corrobora com o preconceito e prejulgamento.

As influências do meio com ideias muito diferentes daquilo que nós (pais) acreditamos é inevitável e salutar. Afinal, nossos pequenos não vivem em redomas e hão de conviver com a controvérsia. O que não é saudável é que deixemos as crianças sem o contrapeso, sem a medida dos nossos valores, e sem a possibilidade de, a seu modo e tempo, pensar e tirar suas próprias conclusões.

Hoje, parece que alguns pais tendem a deixar a cargo somente da escola a missão de educar os filhos, talvez confundindo educação com o simples acúmulo de informação, e terminam por terceirizar essa função, que é das mais importantes que os pais podem ter, e que mesmo as melhores escolas e os mais dedicados e bem-intencionados professores nunca poderão assumir totalmente.

Texto de Erika Lauletta Psicóloga Psicanalista CIAMM

Do Projeto Criança Diz Cada Coisa

Pedofilia na linguagem das crianças

segredo_segredissimoFalar sobre a pedofilia para crianças  não é uma tarefa fácil para um educador ou para os pais, exige uma linguagem muito especial, o livro Segredo segredíssimo fala do problema na linguagem delas e usando imagens e situações cotidianas do mundo delas.

A autora Odívia Barros abordou a temática de uma forma bem acessível neste seu livro. As escolas deveriam adotar esse livro, os pais deveriam ter em casa.

O tema pedofilia é amplamente abordado na literatura técnica, onde as possíveis consequências psíquicas do abuso e suas formas de tratamento são sistematicamente assinaladas. Entretanto, há uma escassez literária no que concerne ao público infantil.

O livro Segredo Segredíssimo propõe-se a falar sobre a questão do abuso de maneira clara, com uma linguagem direta. Utilizando-se de imagens e situações próprias do universo infantil, a autora aponta para a necessidade de que a criança vítima de violência possa falar sobre o que lhe acontece com alguém de sua confiança.

A história transmite para o infante a certeza de que, uma vez rompido o ‘muro de silêncio’, ele não receberá punição, mas contará com apoio e proteção de seus cuidadores.

Excelente para ser utilizado por pais, cuidadores e profissionais da saúde.

Leia um trecho do livro Segredo Segredíssimo

Segredo Segredíssimo

Segredo Segredíssimo Maior IISegredo segredíssimo Texto Infantil de Odívia Barros

Era uma vez e não era uma vez, uma menina muito esperta. Seu nome era Alice.
Quando tinha seis anos, Alice já entendia um montão de coisas.

Mas, às vezes, Alice gostava de se sentir pequenininha e aí, ela fingia que não entendia as coisas.
Por exemplo: Alice não gostava de dormir sozinha.

Todas as noites, Alice perguntava para a mãe: “Mãe, você dorme comigo?” Alice já sabia a resposta, porque a mãe tinha que estudar à noite.

Mas mesmo assim ela fingia ser pequenina e perguntava à mesma coisa… às vezes sua mãe até dormia com ela…
Alice tinha uma grande amiga, que também era pequena, chamada Adriana.
Um dia, Adriana contou um segredo a Alice.

– Alice, posso te contar um segredo segredíssimo?
– Claro! – Falou Alice.

E foi assim que Alice ficou sabendo que aquele “tio” da Adriana, que ela conheceu outro dia, não era tão legal assim.
Adriana contou que o “tio” queria fazer brincadeira de adulto com ela.

Alice que não era boba nem nada, logo entendeu do que Adriana estava falando. Alice já tinha visto beijo na boca na TV,… já tinha visto um cachorrinho namorando uma cachorrinha na rua. Adriana estava morrendo de vergonha, mas mesmo assim contou tudinho à sua amiga Alice.

Adriana estava triste e queria sumir do mundo toda vez que o “tio” aparecia. Tudo que ela queria era se esconder dele e nunca mais fazer nada de brincadeira de adulto.

– Conta à sua mãe, Adriana! Conta à sua mãe! – Falou a esperta Alice.
Naquele dia, antes de ir dormir, Adriana tomou coragem,… chamou a mãe no quarto e contou que o “tio” queria fazer brincadeiras de adulto com ela.

A mãe disse que entendia porque Adriana estava tão triste e angustiada. E a mãe de Adriana contou que aquilo já tinha acontecido com outras crianças…

Depois ela disse para Adriana não se preocupar, pois ela não tinha feito nada de errado. Quem tinha feito tudo errado foi o “tio” depravado.

A mãe de Adriana estava muito orgulhosa por ela ter contado a verdade! Depois daquele dia, nunca mais o “tio” quis fazer brincadeira de adulto com Adriana.

E Adriana e Alice nunca mais tiveram medo de nada.

Cura gay: A Polêmica

A Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo polêmico deputado Marco Feliciano (PSC-SP), deu autorização para a chamada cura gay. O projeto, que ainda precisa passar por várias instâncias do Congresso Nacional para ser aprovado, permitiria que psicólogos tratassem de forma terapêutica a homossexualidade. A psicóloga Cláudia dos Santos Cruz fala sobre os desdobramentos desse projeto. Em suas falas ela explica que o  Conselho Regional de Psicologia reprova projeto da cura gay, pois profissionais sérios da área da psicologia entendem que a homoafetividade não é pode ser considerada uma doença. Assista ao vídeo onde a profissional esclarece sobre o posicionamento do Conselho e como isso pode acabar abrindo espaço para pseudo-profissionais atuarem com teorias não científicas.

Aproveite que á está por aqui analisando a questão e vá mais a fundo faça sua intervenção:

“Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais democratas, eu calei, porque, afinal, eu não era social democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles levaram a mim, não havia mais quem protestasse” (Martin Niemöller).

O texto acima já é quase um clichê, mas ele nos diz que o direito à vida, à dignidade, à integridade é de todos nós, independente de nossa raça/cor, origem, credo, gênero ou orientação sexual.

Assina aqui a petição se você tem consciência…